Análise de Retorno Financeiro:
Veja...
Se você tivesse comprado, em Janeiro/2005, R$ 1000,00 em ações DA
Nortel Networks, um dos gigantes DA área de telecomunicaçõ es,
hoje Teria R$ 59,00!
Se você tivesse comprado, em Janeiro/2005, R$ 1000,00 em ações DA
Lucent Technologys, outro gigante DA área de telecomunicaçõ es,
hoje teria R$ 79,00!
Agora, se você tivesse, em Janeiro/2006, gasto R$ 1.000 ,00 em Skol
(entenda em Cerveja, não em ações),
tivesse bebido tudo e vendido somente as
latinhas vazias, hoje teria R$ 80,00!!!
Conclusão:
No cenário econômico atual, você perde menos dinheiro ficando Sentado
e bebendo cerveja o dia inteiro...
MAS É IMPORTANTE LEMBRAR, QUEM BEBE VIVE MENOS:
A) Menos triste;
B) Menos deprimido;
C) Menos tenso;
D) Menos puto DA vida!
Pensem nisso... E... Se for dirigir, não beba. Se for beber, me chama!
Se não me chamar, pelo menos me manda as latinhas!
QUE EU VENDO TUDO!!!
domingo, 4 de maio de 2008
sexta-feira, 2 de maio de 2008
Como usar o Estresse para lhe dar Felicidade.
Autor: Prof. Luiz Machado
O austríaco Hans Selye (pronuncia-se /’zelj?/*) formulou o conceito da Síndrome Geral de Adaptação (SGA) para explicar que as doenças são manifestações do organismo frente ao desequilíbrio neuro-hormonal.
Selye foi quem empregou, pela primeira vez, no campo da medicina, o termo da língua inglesa stress (adaptado para o português como “estresse”), tirado da física, e que significa “a força por unidade de área atuando num determinado material e tendente a mudar sua dimensão, isto é, a causar tensão”.
Em se falando de estresse, temos de considerar o bom e o mau estresse.
O bom estresse (eustresse, com o elemento grego eu, "bom" mais estresse) não é doença; é uma reação normal do sistema mente/cérebro/organismo. (Aliás, o estresse nunca é doença; ele pode, sim, gerar as condições para a doença se estabelecer), O “mau estresse” chama-se, em inglês, distress (adaptado para o português como “distresse”, do grego dys, por contraposição ao elemento grego eu).
O estresse é positivo quando ligado à emoção de realizar coisas, à emotização com que visualizamos um resultado, pois nesse caso ele traz energia.
Quando a pessoa tem objetivos corretamente estabelecidos, vai atrás dos resultados, age com determinação, o estresse criado é muito bom, mesmo porque não dá chance a que o mau estresse apareça.
O estresse é negativo quando é resultado de preocupação, de dúvida, incerteza, insegurança; enfim, de ansiedade.
O mau estresse surge principalmente quando a pessoa não sabe querer (Poder é saber querer), não tem um projeto de vida, não tem confiança em suas capacidades, pois tudo isso gera ansiedade, formando-se, então, o terreno fértil para o mau estresse prosperar.
O momento mais sublime de felicidade é o da auto-realização, mas nessa trajetória há os períodos de felicidade, toda vez que vemos a transformação de um sonho, de um objetivo em resultado. Assim, a felicidade é uma escolha. É possível transformar a desvantagem do mau estresse na vantagem do bom estresse.
Temos que emotizar (colocar entusiasmo, vibração) nos resultados que queremos de tal modo que essa emotização seja maior que qualquer preocupação, qualquer ansiedade e aí estaremos fazendo o estresse trabalhar a nosso favor.
A SGA tem três fases: alarme, resistência e exaustão. Na fase de alarme, o organismo, ao defrontar-se com um perigo, ou mesmo a simples ameaça de perigo, reage liberando adrenalina e outros hormônios, surgindo alterações instantâneas. Se o perigo passa, as substâncias secretadas são rapidamente metabolizadas e tudo volta ao normal. Se o perigo persiste, entramos na fase de resistência, na qual haverá comprometimento maior com liberação de cortisona, entrando-se na fase de exaustão, na qual haverá um desequilíbrio psico-neuro-endócrino.
Nesta última fase, surgem doenças graves e até morte súbita. Daí podemos verificar a importância da Emotologia, que é um conjunto de conhecimentos organizados para promover a mobilização de potencialidades humanas como elemento de auto-realização, para a pessoa poder lidar com seu SAPE, (Sistema de Autopreservação e Preservação da Espécie), isto é, com sua vida emocional.
*A pronúncia foi transcrita no alfabeto de fonética. Sua representação em português é /zélie/.
Professor Luiz Machado, Ph.D.
Cientista Fundador da Cidade do Cérebro
Mentor da Emotologia
O austríaco Hans Selye (pronuncia-se /’zelj?/*) formulou o conceito da Síndrome Geral de Adaptação (SGA) para explicar que as doenças são manifestações do organismo frente ao desequilíbrio neuro-hormonal.
Selye foi quem empregou, pela primeira vez, no campo da medicina, o termo da língua inglesa stress (adaptado para o português como “estresse”), tirado da física, e que significa “a força por unidade de área atuando num determinado material e tendente a mudar sua dimensão, isto é, a causar tensão”.
Em se falando de estresse, temos de considerar o bom e o mau estresse.
O bom estresse (eustresse, com o elemento grego eu, "bom" mais estresse) não é doença; é uma reação normal do sistema mente/cérebro/organismo. (Aliás, o estresse nunca é doença; ele pode, sim, gerar as condições para a doença se estabelecer), O “mau estresse” chama-se, em inglês, distress (adaptado para o português como “distresse”, do grego dys, por contraposição ao elemento grego eu).
O estresse é positivo quando ligado à emoção de realizar coisas, à emotização com que visualizamos um resultado, pois nesse caso ele traz energia.
Quando a pessoa tem objetivos corretamente estabelecidos, vai atrás dos resultados, age com determinação, o estresse criado é muito bom, mesmo porque não dá chance a que o mau estresse apareça.
O estresse é negativo quando é resultado de preocupação, de dúvida, incerteza, insegurança; enfim, de ansiedade.
O mau estresse surge principalmente quando a pessoa não sabe querer (Poder é saber querer), não tem um projeto de vida, não tem confiança em suas capacidades, pois tudo isso gera ansiedade, formando-se, então, o terreno fértil para o mau estresse prosperar.
O momento mais sublime de felicidade é o da auto-realização, mas nessa trajetória há os períodos de felicidade, toda vez que vemos a transformação de um sonho, de um objetivo em resultado. Assim, a felicidade é uma escolha. É possível transformar a desvantagem do mau estresse na vantagem do bom estresse.
Temos que emotizar (colocar entusiasmo, vibração) nos resultados que queremos de tal modo que essa emotização seja maior que qualquer preocupação, qualquer ansiedade e aí estaremos fazendo o estresse trabalhar a nosso favor.
A SGA tem três fases: alarme, resistência e exaustão. Na fase de alarme, o organismo, ao defrontar-se com um perigo, ou mesmo a simples ameaça de perigo, reage liberando adrenalina e outros hormônios, surgindo alterações instantâneas. Se o perigo passa, as substâncias secretadas são rapidamente metabolizadas e tudo volta ao normal. Se o perigo persiste, entramos na fase de resistência, na qual haverá comprometimento maior com liberação de cortisona, entrando-se na fase de exaustão, na qual haverá um desequilíbrio psico-neuro-endócrino.
Nesta última fase, surgem doenças graves e até morte súbita. Daí podemos verificar a importância da Emotologia, que é um conjunto de conhecimentos organizados para promover a mobilização de potencialidades humanas como elemento de auto-realização, para a pessoa poder lidar com seu SAPE, (Sistema de Autopreservação e Preservação da Espécie), isto é, com sua vida emocional.
*A pronúncia foi transcrita no alfabeto de fonética. Sua representação em português é /zélie/.
Professor Luiz Machado, Ph.D.
Cientista Fundador da Cidade do Cérebro
Mentor da Emotologia
quarta-feira, 30 de abril de 2008
Cuidado com o pensamento positivo!
By Prof. Luiz Machado
Em livros de auto-ajuda é muito comum a pregação do pensamento positivo como forma de resolver as dificuldades pessoais; todavia, cientificamente, precisamos deixar claro que o chamado pensamento positivo pode falhar.
Nós usamos dois recursos para pensar: com palavras ou com imagens mentais. Einstein, por exemplo, declarou que pensava com imagens que ele produzia e reproduzia voluntariamente. O pensamento com palavras pode não corresponder às imagens mentais que estamos produzindo no momento do pensamento. Nós sabemos que são as imagens, e não as palavras, que mexem com nosso sistema glandular. Por exemplo, se falarmos em passar as unhas sobre uma lixa, se produzirmos a imagem mental desse ato, experimentaremos uma sensação de aversão, podendo até sentir arrepios. Outro exemplo: se imaginarmos estar chupando um limão, nossa boca ficará cheia de saliva, mas, se falarmos no limão sem criarmos a imagem mental correspondente, não acontecerá nada. Veja bem, a força da imagem mexeu com o sistema glandular a ponto de as glândulas salivares produzirem mais saliva.
Quisemos demonstrar acima que são as imagens mentais que têm força e não as palavras que não estejam acompanhadas das imagens daquilo que elas representam.
Nós, seres humanos, toda vez que falamos em alguma coisa, temos a tendência de imaginar, de criar automaticamente as imagens contrárias dessa coisa; assim, nós podemos pensar positivamente e, ao mesmo tempo, criar imagens mentais contrárias do que pensamos com palavras. Podemos dizer que as palavras são do hemisfério esquerdo do cérebro e as imagens são do Sistema de Autopreservação e Preservação da Espécie (SAPE) / hemisfério direito. Toda vez que houver conflito entre as imagens mentais e as palavras, as imagens ganham. Ora, uma pessoa pode pensar positivamente e, até sem sentir, criar imagens contrárias do que pensou; por isso, é preciso cuidado com o pensamento positivo. As pessoas que dizem ter pensado sempre positivamente e tudo ter dado errado para elas é porque pensaram positivamente com palavras e criaram as imagens mentais contrárias do que pensaram e são as imagens mentais, com forte carga de emoções, que conseguem os resultados. Você consegue aquilo de que cria as imagens mentais com emoção!
Professor Luiz Machado, Ph.D.
Cientista Fundador da Cidade do Cérebro
Mentor da Emotologia
Em livros de auto-ajuda é muito comum a pregação do pensamento positivo como forma de resolver as dificuldades pessoais; todavia, cientificamente, precisamos deixar claro que o chamado pensamento positivo pode falhar.
Nós usamos dois recursos para pensar: com palavras ou com imagens mentais. Einstein, por exemplo, declarou que pensava com imagens que ele produzia e reproduzia voluntariamente. O pensamento com palavras pode não corresponder às imagens mentais que estamos produzindo no momento do pensamento. Nós sabemos que são as imagens, e não as palavras, que mexem com nosso sistema glandular. Por exemplo, se falarmos em passar as unhas sobre uma lixa, se produzirmos a imagem mental desse ato, experimentaremos uma sensação de aversão, podendo até sentir arrepios. Outro exemplo: se imaginarmos estar chupando um limão, nossa boca ficará cheia de saliva, mas, se falarmos no limão sem criarmos a imagem mental correspondente, não acontecerá nada. Veja bem, a força da imagem mexeu com o sistema glandular a ponto de as glândulas salivares produzirem mais saliva.
Quisemos demonstrar acima que são as imagens mentais que têm força e não as palavras que não estejam acompanhadas das imagens daquilo que elas representam.
Nós, seres humanos, toda vez que falamos em alguma coisa, temos a tendência de imaginar, de criar automaticamente as imagens contrárias dessa coisa; assim, nós podemos pensar positivamente e, ao mesmo tempo, criar imagens mentais contrárias do que pensamos com palavras. Podemos dizer que as palavras são do hemisfério esquerdo do cérebro e as imagens são do Sistema de Autopreservação e Preservação da Espécie (SAPE) / hemisfério direito. Toda vez que houver conflito entre as imagens mentais e as palavras, as imagens ganham. Ora, uma pessoa pode pensar positivamente e, até sem sentir, criar imagens contrárias do que pensou; por isso, é preciso cuidado com o pensamento positivo. As pessoas que dizem ter pensado sempre positivamente e tudo ter dado errado para elas é porque pensaram positivamente com palavras e criaram as imagens mentais contrárias do que pensaram e são as imagens mentais, com forte carga de emoções, que conseguem os resultados. Você consegue aquilo de que cria as imagens mentais com emoção!
Professor Luiz Machado, Ph.D.
Cientista Fundador da Cidade do Cérebro
Mentor da Emotologia
sábado, 26 de abril de 2008
Reducionismo Perigoso
O reducionismo, neste caso, é a redução sistemática do que se escuta ou lê a seus próprios conhecimentos. O reducionismo indica a atitude da pessoa que, em lugar de ampliar sua percepção com novos conhecimentos, reduz estes ao que já sabe e então rejeita o novo, pois às vezes o que é novo é apenas uma sutileza. Esta atitude é uma espécie de cegueira mental, pois devemos estar sempre ampliando nossa percepção e, não, dando chance a que ela se reduza, até inconscientemente.
As pessoas que lêem ou assistem a palestras devem justamente procurar captar o que amplia sua percepção, ainda que em alguns casos, haja apenas uma pequena diferença, embora fundamental, entre o que ela ouve ou lê e o que já sabe.
É claro que, na evolução do conhecimento, partimos do conhecido para o desconhecido. Também numa exposição, o autor vai caminhar do que já é bem conhecido para chegar ao que ele acrescentou com sua percepção, seus estudos e conclusões.
A pessoa que pratica esse tipo de reducionismo tem a mente fechada, e em mente fechada nada entra e o conhecimento fica andando em círculo, como se os conceitos que a pessoa aprendeu antes fossem definitivos.
Saber ler, assim como saber ouvir, não significa apenas decodificar o significado das palavras escritas ou proferidas.
Para que uma pessoa amplie sua percepção, é preciso que aprenda a ler procurando sentir o que a leitura trouxe de novo, é preciso que aprenda a ouvir procurando encontrar idéias.
Dizer-se que uma pessoa se “forma” quando cola grau, é uma ficção e que acreditar que sabe o suficiente dentro de sua “especialidade” está fadada à expulsão do mercado de trabalho.
Artigo de autoria do Prof. Luiz Machado - 24/04/2008
http://www.cidadedocerebro.com.br
As pessoas que lêem ou assistem a palestras devem justamente procurar captar o que amplia sua percepção, ainda que em alguns casos, haja apenas uma pequena diferença, embora fundamental, entre o que ela ouve ou lê e o que já sabe.
É claro que, na evolução do conhecimento, partimos do conhecido para o desconhecido. Também numa exposição, o autor vai caminhar do que já é bem conhecido para chegar ao que ele acrescentou com sua percepção, seus estudos e conclusões.
A pessoa que pratica esse tipo de reducionismo tem a mente fechada, e em mente fechada nada entra e o conhecimento fica andando em círculo, como se os conceitos que a pessoa aprendeu antes fossem definitivos.
Saber ler, assim como saber ouvir, não significa apenas decodificar o significado das palavras escritas ou proferidas.
Para que uma pessoa amplie sua percepção, é preciso que aprenda a ler procurando sentir o que a leitura trouxe de novo, é preciso que aprenda a ouvir procurando encontrar idéias.
Dizer-se que uma pessoa se “forma” quando cola grau, é uma ficção e que acreditar que sabe o suficiente dentro de sua “especialidade” está fadada à expulsão do mercado de trabalho.
Artigo de autoria do Prof. Luiz Machado - 24/04/2008
http://www.cidadedocerebro.com.br
quarta-feira, 23 de abril de 2008
Insensatez já!!!
by Tom Peters
"Em direção à insensatez – Se você não se sente louco, você não está de acordo com os novos tempos! Este ponto é vital. São tempos malucos. Organizações malucas. Pessoas malucas, capazes de lidar com a rapidez, a fugacidade, as mudanças e renovações constituem um requisito para a sobrevivência na EDS, CNN, GM, Du Pont e Sears Roebuck. Ninguém pode escapar das garras da renovação – de tecnologias radicalmente alteradas e de um contexto competitivo completamente maluco. E apesar disso, a maioria de nossas organizações e seus líderes está muito longe da insensatez.
Gosta da palavra "efêmero" quase tanto quanto de "moda" ou "renovação". De fato, adoro falar dos "quatro efêmeros": "organizações" efêmeras...reunidas em... combinações efêmeras... gerando...produtos efêmeros... para...mercados efêmeros...RAPIDAMENTE. Todas as empresas que examinamos está tentando fazer algo interessante. E tentar fazer algo interessante – perseguir as quatro efemeridades, se você preferir – é muito mais importante do que ficar acomodado, experimentando um pouco aqui, um pouco ali. Os tempos audazes exigem líderes audaciosos."
"Em direção à insensatez – Se você não se sente louco, você não está de acordo com os novos tempos! Este ponto é vital. São tempos malucos. Organizações malucas. Pessoas malucas, capazes de lidar com a rapidez, a fugacidade, as mudanças e renovações constituem um requisito para a sobrevivência na EDS, CNN, GM, Du Pont e Sears Roebuck. Ninguém pode escapar das garras da renovação – de tecnologias radicalmente alteradas e de um contexto competitivo completamente maluco. E apesar disso, a maioria de nossas organizações e seus líderes está muito longe da insensatez.
Gosta da palavra "efêmero" quase tanto quanto de "moda" ou "renovação". De fato, adoro falar dos "quatro efêmeros": "organizações" efêmeras...reunidas em... combinações efêmeras... gerando...produtos efêmeros... para...mercados efêmeros...RAPIDAMENTE. Todas as empresas que examinamos está tentando fazer algo interessante. E tentar fazer algo interessante – perseguir as quatro efemeridades, se você preferir – é muito mais importante do que ficar acomodado, experimentando um pouco aqui, um pouco ali. Os tempos audazes exigem líderes audaciosos."
sexta-feira, 18 de abril de 2008
16 bons hábitos para prevenir o aparecimento do câncer.
Alguns hábitos são claramente relacionados ao surgimento de tumores. Por isso, abandonar o quanto antes os costumes nocivos e adotar um bom estilo de vida pode diminuir consideravelmente a chance de desenvolver um câncer. O problema é que a questão não é tão simples, resumindo-se à causa e conseqüência. Muitos tumores simplesmente surgem, enquanto outros têm múltiplas causas. E às vezes é preciso
uma exposição longa e contínua para que o câncer encontre terreno para se desenvolver.
Sabe-se que há também genes por trás de vários tumores mas os especialistas concordam que só isso, às vezes, não basta para detonar o surgimento da doença. Deve-se levar em conta ainda os fatores de risco do ambiente. O risco é aumentado, ou diminuído, dependendo dos fatores ditos comportamentais . Não há como eliminar o risco, por mais que a pessoa cultive hábitos saudáveis. Também não há como dizer que por ter um estilo de vida não-saudável a pessoa certamente desenvolverá alguma neoplasia. Somente a chance muda , explica o oncologista clínico André Sasse, de Campinas, interior paulista.
As pesquisas sobre a relação dieta-câncer, por exemplo, são bem numerosas. Sabe-se dos alimentos que favorecem, ao longo do tempo, a proliferação das células cancerosas. É o caso, por exemplo, das frituras ou aqueles ricos em nitritos e nitratos, usados em conservas. Para se ter uma idéia, a gordura está relacionada ao aumento de tumores de mama, provavelmente por interferir no metabolismo dos hormônios. Já uma dieta pobre em fibras, que dificulta o trânsito intestinal, aumenta o risco de tumores de cólon e reto ao expor o órgão por muito tempo a substâncias tóxicas liberadas na digestão.
Os hábitos sexuais, como a promiscuidade, a falta de higiene podem facilitar a transmissão de vírus capazes de detonar tumores, como o HPV, o HIV e o da hepatite B. E a exposição ao sol está por trás dos tumores de pele, os mais incidentes. No Brasil, um em cada quatro tumores diagnosticados é desse tipo. Por isso os especialistas são unânimes: é preciso usar o protetor diariamente, e com cuidado redobrado se for ficar exposto ao sol em parques, praças. As crianças se expõem três vezes mais do que os adultos e os estudos sugerem que as duas primeiras décadas de vida são cruciais para a saúde da pele. Vale lembrar que os danos são cumulativos. Daí a importância de se proteger desde cedo.
Hábitos que podem fazer toda a diferença
1. Diminua a ingestão de gorduras
2. Dê preferência às carnes brancas, como a do frango, sem pele, peru ou peixe.
3. Retire toda a gordura da carne antes de prepará-la
4. Escolha leite e derivados desnatados ou semi-desnatados
5. Evite molhos à base de ovos e óleo, como maionese
6. Inclua frutas, verduras e legumes variados na sua alimentação diária (pelo menos cinco porções diárias)
7. Coma alimentos ricos em fibra, como cereais integrais, farelos de cereais, frutas e vegetais.
8. Use escadas em vez de elevador quando subir ou descer até três andares.
9. Desça do ônibus, trem ou metrô, um ponto antes de seu destino.
10. Estacione seu carro um pouco mais distante do que o habitual.
11. Evite usar o carro, sempre que possível.
12. Passe menos tempo em frente da TV ou computador.
13. Pare de fumar
14. Limite a ingestão de bebidas alcoólicas. Não tome mais do que um drinque por dia.
15. Evite a exposição prolongada ao sol e use filtro solar fator 15, no mínimo.
16. Faça regularmente auto-exame de boca e pele.
Por
Dr. Roberto Hegg
Mastologista
uma exposição longa e contínua para que o câncer encontre terreno para se desenvolver.
Sabe-se que há também genes por trás de vários tumores mas os especialistas concordam que só isso, às vezes, não basta para detonar o surgimento da doença. Deve-se levar em conta ainda os fatores de risco do ambiente. O risco é aumentado, ou diminuído, dependendo dos fatores ditos comportamentais . Não há como eliminar o risco, por mais que a pessoa cultive hábitos saudáveis. Também não há como dizer que por ter um estilo de vida não-saudável a pessoa certamente desenvolverá alguma neoplasia. Somente a chance muda , explica o oncologista clínico André Sasse, de Campinas, interior paulista.
As pesquisas sobre a relação dieta-câncer, por exemplo, são bem numerosas. Sabe-se dos alimentos que favorecem, ao longo do tempo, a proliferação das células cancerosas. É o caso, por exemplo, das frituras ou aqueles ricos em nitritos e nitratos, usados em conservas. Para se ter uma idéia, a gordura está relacionada ao aumento de tumores de mama, provavelmente por interferir no metabolismo dos hormônios. Já uma dieta pobre em fibras, que dificulta o trânsito intestinal, aumenta o risco de tumores de cólon e reto ao expor o órgão por muito tempo a substâncias tóxicas liberadas na digestão.
Os hábitos sexuais, como a promiscuidade, a falta de higiene podem facilitar a transmissão de vírus capazes de detonar tumores, como o HPV, o HIV e o da hepatite B. E a exposição ao sol está por trás dos tumores de pele, os mais incidentes. No Brasil, um em cada quatro tumores diagnosticados é desse tipo. Por isso os especialistas são unânimes: é preciso usar o protetor diariamente, e com cuidado redobrado se for ficar exposto ao sol em parques, praças. As crianças se expõem três vezes mais do que os adultos e os estudos sugerem que as duas primeiras décadas de vida são cruciais para a saúde da pele. Vale lembrar que os danos são cumulativos. Daí a importância de se proteger desde cedo.
Hábitos que podem fazer toda a diferença
1. Diminua a ingestão de gorduras
2. Dê preferência às carnes brancas, como a do frango, sem pele, peru ou peixe.
3. Retire toda a gordura da carne antes de prepará-la
4. Escolha leite e derivados desnatados ou semi-desnatados
5. Evite molhos à base de ovos e óleo, como maionese
6. Inclua frutas, verduras e legumes variados na sua alimentação diária (pelo menos cinco porções diárias)
7. Coma alimentos ricos em fibra, como cereais integrais, farelos de cereais, frutas e vegetais.
8. Use escadas em vez de elevador quando subir ou descer até três andares.
9. Desça do ônibus, trem ou metrô, um ponto antes de seu destino.
10. Estacione seu carro um pouco mais distante do que o habitual.
11. Evite usar o carro, sempre que possível.
12. Passe menos tempo em frente da TV ou computador.
13. Pare de fumar
14. Limite a ingestão de bebidas alcoólicas. Não tome mais do que um drinque por dia.
15. Evite a exposição prolongada ao sol e use filtro solar fator 15, no mínimo.
16. Faça regularmente auto-exame de boca e pele.
Por
Dr. Roberto Hegg
Mastologista
quarta-feira, 16 de abril de 2008
Dicas financeiras.
Por Roberto Zentgraf
Respostas - Planejamento / Dívidas / Consumo
Juntei neste post todas as dúvidas que, direta ou indiretamente, envolvam Planejamento Financeiro, Dívidas e Decisões de Consumo, como por exemplo a compra de um automóvel.
Uma dica que dou aos meus fiéis leitores que me enviam perguntas é pesquisar o tema de suas questões em posts anteriores, onde já respondi dúvidas semelhantes e agrupo os esclarecimentos por assunto. Isso não só irá ajudá-los a aprimorar sua educação financeira, como ainda poderá sanar suas dúvidas enquanto minha resposta não chega! Gostaria de ter maior velocidade de processamento, mas infelizmente o tempo é curto, e as perguntas longas! Vamos lá?
Rodrigo (28/02) quer esclarecimento sobre Planejamento, e pergunta quanto a percentuais ótimos para um casal gastar com moradia, compras, lazer, etc. Prezado Rodrigo, isso irá depender da faixa de renda do casal e de seus hábitos de consumo. Não há regra fixa, mas acredito que 20-30% com moradia, 10-15% com cada filho, 5-10% com alimentação, 5-10% com lazer sejam bons números. Mas o que acho mais importante de tudo, já que você me perguntou sobre o assunto? (1) Reservar um dízimo para poupança (que pode ser em dinheiro ou na compra de um imóvel por exemplo); (2) Sempre fazer as contas e o planejamento; (3) Colocar metas, e aí é interessante você ter um histórico dos últimos meses (ou anos) para não inventar percentuais irreais; (4) Acompanhar mês a mês a evolução das receitas e gastos, confrontando com suas metas: por exemplo, se você estabeleceu gastar R$2.400 em lazer no ano, até abril sua meta deverá ser de 4/12 deste total, ou R$800; (5) Para metas que tenham sido estouradas, tentar compensar nos meses seguintes ou em outros itens - por exemplo, se o lazer estourou, ande menos de carro... (6) Faça disso um hábito e repasse para os demais membros da família; tente fazer disso um plano para algo bom no futuro, tipo uma viagem, a troca de carro, ou de apartamento, etc. Paciência e um grande abraço!
Bia (10/03) tem dívidas no cartão, e, por estar desempregada, quer fazer um empréstimo com o pai, que tem um CDB cujo rendimento permite que ele pague o plano de saúde. Pergunta-me se ele retirar parte da aplicação ele perde o rendimento? Prezada Bia, infelizmente ele irá perder, não todo, mas parte do rendimento, proporcional ao valor que será "baixado" da aplicação. Mas, qual o pai que não faz o que pode e o que não pode para ajudar um filho(a) em dificuldades? Minha sugestão: se ele topar, pegue o empréstimo, liquide o seu sufoco, e, um dia, quando sua situação melhorar, devolva o valor tomado emprestado. Com certeza ele vai achar sua postura bem legal, além de perceber que você é boa "cliente", tem crédito na praça. Adicionalmente, se possível, enquanto não conseguir devolver o valor que pegou, pague a ele o rendimento que ele deixou de receber (deve ser pouca coisa, pelos valores que você menciona). É uma forma de ninguém sair perdendo e você evitar a cobrança escorchante dos juros do cartão. Boa sorte e depois me conta o que aconteceu, pode ser? Um grande abraço!
Cristina (10/03) está animada em adquirir um automóvel, tem o dinheiro para comprá-lo à vista, aplicado em Poupança. Entretanto irá se submeter a uma cirurgia que a deixará impossibilitada de dirirgir até julho. Outros detalhes que ela ainda comenta: não dirige muito bem, e mora perto do trabalho. Pelo que entendi, sua maior dúvida é se os preços irão subir e assim não conseguir adquirir o automóvel. Prezada Cristina, algumas observações: (1) Para que a pressa? Não acredito que os preços bão subir: veja os jornais e a mídia que não se cansa de anunciar recordes na produção automobilísitca. Ou seja, não está cara de cenário com alta de preços. (2) Para que o carro se você vai dar pouco uso a ele? Já pensou nos outros custos de um automóvel, tipo seguro, desvalorização (20% do valor para o primeiro ano), estacionamento, etc? A gasolina é o de menor peso, acredite; (3) Se v. já tem o hábito de poupar, continue... garanto que ao final de 2 anos, a opção poupança vai proporcionar muito mais prazer do que um carro. Mas, não posso me meter em sua decisão, se este é um sonho antigo, o que fazer, né? Um grande abraço e depois me conta o que você decidiu!
Pascal (13/3) vai fazer um financiamento de R$20.000 e o banco anuncia uma taxa de 2,20%am, além de TAC de R$200 e IOC de R$245,61 debitado por ocasião da liberação dos recursos. Quer saber qual o Custo Efetivo Total de seu financiamento. Prezado Pascal, na realiade , para a prestação anunciada de R$1.919,52, a taxa que o banco cobra é de 2,24%am, incidente sobre o saldo devedor. Entretanto, considerando que você não irá receber os R$20.000 por conta da TAC e do IOC, a taxa efetiva total (atualmente chamada de CET) é de 2,6143%am ou 36,30%ao ano. Você pode confirmar estes valores utilizando a calculadora do cidadão, no site do Banco Central do Brasil, www.bcb.gov.br/?PRESTFIXA; use os argumentos aqui expostos para dialogar com o banco, ok? Um abraço e boa sorte!
Eva (31/03) solicita alguma indicação para que ela consiga orientação de como ajustar seu orçamento. Prezada Eva, não tenho um nome específico para indicar nesta área, mas acredito que há empresas que possam fazer isso, cobrando alguma taxa de consultoria. Dê uma pesquisada na Internet, sob o título "orçamento doméstico" ou "finanças pessoais", e em seguida ligue para ver preços, etc. Boa sorte e um grande abraço!
Saudações financeiras!
Respostas - Planejamento / Dívidas / Consumo
Juntei neste post todas as dúvidas que, direta ou indiretamente, envolvam Planejamento Financeiro, Dívidas e Decisões de Consumo, como por exemplo a compra de um automóvel.
Uma dica que dou aos meus fiéis leitores que me enviam perguntas é pesquisar o tema de suas questões em posts anteriores, onde já respondi dúvidas semelhantes e agrupo os esclarecimentos por assunto. Isso não só irá ajudá-los a aprimorar sua educação financeira, como ainda poderá sanar suas dúvidas enquanto minha resposta não chega! Gostaria de ter maior velocidade de processamento, mas infelizmente o tempo é curto, e as perguntas longas! Vamos lá?
Rodrigo (28/02) quer esclarecimento sobre Planejamento, e pergunta quanto a percentuais ótimos para um casal gastar com moradia, compras, lazer, etc. Prezado Rodrigo, isso irá depender da faixa de renda do casal e de seus hábitos de consumo. Não há regra fixa, mas acredito que 20-30% com moradia, 10-15% com cada filho, 5-10% com alimentação, 5-10% com lazer sejam bons números. Mas o que acho mais importante de tudo, já que você me perguntou sobre o assunto? (1) Reservar um dízimo para poupança (que pode ser em dinheiro ou na compra de um imóvel por exemplo); (2) Sempre fazer as contas e o planejamento; (3) Colocar metas, e aí é interessante você ter um histórico dos últimos meses (ou anos) para não inventar percentuais irreais; (4) Acompanhar mês a mês a evolução das receitas e gastos, confrontando com suas metas: por exemplo, se você estabeleceu gastar R$2.400 em lazer no ano, até abril sua meta deverá ser de 4/12 deste total, ou R$800; (5) Para metas que tenham sido estouradas, tentar compensar nos meses seguintes ou em outros itens - por exemplo, se o lazer estourou, ande menos de carro... (6) Faça disso um hábito e repasse para os demais membros da família; tente fazer disso um plano para algo bom no futuro, tipo uma viagem, a troca de carro, ou de apartamento, etc. Paciência e um grande abraço!
Bia (10/03) tem dívidas no cartão, e, por estar desempregada, quer fazer um empréstimo com o pai, que tem um CDB cujo rendimento permite que ele pague o plano de saúde. Pergunta-me se ele retirar parte da aplicação ele perde o rendimento? Prezada Bia, infelizmente ele irá perder, não todo, mas parte do rendimento, proporcional ao valor que será "baixado" da aplicação. Mas, qual o pai que não faz o que pode e o que não pode para ajudar um filho(a) em dificuldades? Minha sugestão: se ele topar, pegue o empréstimo, liquide o seu sufoco, e, um dia, quando sua situação melhorar, devolva o valor tomado emprestado. Com certeza ele vai achar sua postura bem legal, além de perceber que você é boa "cliente", tem crédito na praça. Adicionalmente, se possível, enquanto não conseguir devolver o valor que pegou, pague a ele o rendimento que ele deixou de receber (deve ser pouca coisa, pelos valores que você menciona). É uma forma de ninguém sair perdendo e você evitar a cobrança escorchante dos juros do cartão. Boa sorte e depois me conta o que aconteceu, pode ser? Um grande abraço!
Cristina (10/03) está animada em adquirir um automóvel, tem o dinheiro para comprá-lo à vista, aplicado em Poupança. Entretanto irá se submeter a uma cirurgia que a deixará impossibilitada de dirirgir até julho. Outros detalhes que ela ainda comenta: não dirige muito bem, e mora perto do trabalho. Pelo que entendi, sua maior dúvida é se os preços irão subir e assim não conseguir adquirir o automóvel. Prezada Cristina, algumas observações: (1) Para que a pressa? Não acredito que os preços bão subir: veja os jornais e a mídia que não se cansa de anunciar recordes na produção automobilísitca. Ou seja, não está cara de cenário com alta de preços. (2) Para que o carro se você vai dar pouco uso a ele? Já pensou nos outros custos de um automóvel, tipo seguro, desvalorização (20% do valor para o primeiro ano), estacionamento, etc? A gasolina é o de menor peso, acredite; (3) Se v. já tem o hábito de poupar, continue... garanto que ao final de 2 anos, a opção poupança vai proporcionar muito mais prazer do que um carro. Mas, não posso me meter em sua decisão, se este é um sonho antigo, o que fazer, né? Um grande abraço e depois me conta o que você decidiu!
Pascal (13/3) vai fazer um financiamento de R$20.000 e o banco anuncia uma taxa de 2,20%am, além de TAC de R$200 e IOC de R$245,61 debitado por ocasião da liberação dos recursos. Quer saber qual o Custo Efetivo Total de seu financiamento. Prezado Pascal, na realiade , para a prestação anunciada de R$1.919,52, a taxa que o banco cobra é de 2,24%am, incidente sobre o saldo devedor. Entretanto, considerando que você não irá receber os R$20.000 por conta da TAC e do IOC, a taxa efetiva total (atualmente chamada de CET) é de 2,6143%am ou 36,30%ao ano. Você pode confirmar estes valores utilizando a calculadora do cidadão, no site do Banco Central do Brasil, www.bcb.gov.br/?PRESTFIXA; use os argumentos aqui expostos para dialogar com o banco, ok? Um abraço e boa sorte!
Eva (31/03) solicita alguma indicação para que ela consiga orientação de como ajustar seu orçamento. Prezada Eva, não tenho um nome específico para indicar nesta área, mas acredito que há empresas que possam fazer isso, cobrando alguma taxa de consultoria. Dê uma pesquisada na Internet, sob o título "orçamento doméstico" ou "finanças pessoais", e em seguida ligue para ver preços, etc. Boa sorte e um grande abraço!
Saudações financeiras!
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